Comece a investir com R$ 1.000 por mês

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Quem costuma investir em renda fixa geralmente escolhe um valor mensal dos rendimentos para os depósitos, seja de R$ 100, R$ 200 ou R$ 300 mensais. Porém, quem consegue separar R$ 1 mil todos os meses tem à disposição uma variedade ainda maior de investimentos.

Existe a crença que uma das principais práticas para se ter uma vida financeira saudável é conferindo uma reserva de emergência. Ela consiste em ter de seis a doze vezes o valor do custo de vida mensal investido em algum ativo que ofereça liquidez diária.

Isso significa que o dinheiro poderá ser resgatado a qualquer momento sem restrições. Muitos especialistas em economia recomendam investimentos no Tesouro Selic. Porém, antes de tudo, é preciso levar em conta o perfil do investidor, se mais conservador, moderado ou arrojado.

Como começar a investir com R$ 1 mil

Apesar de a renda fixa ter perdido um pouco do encanto, e a renda variável ter assumido papel de destaque no cenário de investimentos, a modalidade ainda é mais segura para quem está começando nesse universo das aplicações.

Segundo Liao Yu Chieh, professor head de Educação do C6 Bank, títulos do Tesouro Direto são altamente recomendados, visto que possuem garantia do Tesouro Nacional. “Se for o Tesouro prefixado, o investidor já sabe de largada até o valor que vai receber no vencimento. Se for o Tesouro IPCA+, já se sabe que vai ter a reposição da inflação mais um ganho real no momento do resgate”, declara Chieh.

Nesse caso, o investidor deve ficar atento em relação à liquidez, ou seja, o direito de retirar o dinheiro quando quiser ou precisar. No caso do Tesouro Selic, o resgate fica disponível a qualquer momento, sem perda nos rendimentos. Já no Tesouro Prefixado, pode haver prejuízo tendo em vista que o investidor estará sujeito às condições do mercado na hora da venda.

Outras opções para quem deseja investir em renda fixa são os títulos de crédito privados, que disponibilizam lucros para quem busca objetivos a médio prazo. Como exemplo, há o Crédito Direto ao Consumidor (CDB), que pode render até 110% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). As opções são mais comuns em bancos tradicionais e digitais, as famosas fintechs.

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